Direto na estrutura
Viga, pilar ou outra parte da construção usada como ponto. A estrutura precisa resistir à força de uma queda.

A VHE faz a inspeção de dispositivos de ancoragem no local: confere cada ponto e, quando contratado, faz o ensaio com dinamômetro calibrado. Atendemos o Estado de São Paulo e o Sul de Minas.
Ponto de ancoragem é onde o trabalhador conecta o cinto de segurança para trabalhar em altura. Ele pode estar direto na estrutura, numa ancoragem estrutural (olhal chumbado na laje ou platibanda, por exemplo) ou num dispositivo de ancoragem fabricado para isso. A inspeção confere, ponto a ponto, se ele continua firme, sem corrosão, sem trinca e com a marcação que a NR-35 pede.
Viga, pilar ou outra parte da construção usada como ponto. A estrutura precisa resistir à força de uma queda.
Olhal, chapa ou haste fixada na laje, na parede ou no telhado. É o tipo mais comum em prédio e galpão.
Peça de fabricante, certificada ou feita conforme norma, que leva o ponto onde o EPI é conectado.
Quer entender os tipos com desenho? Guia do ponto de ancoragem na Central Técnica.
NR-35, Anexo II, item 4.1.2.
O Anexo II da NR-35 (Sistemas de ancoragem) manda inspecionar o sistema em três situações:
Fonte: NR-35 no site do Ministério do Trabalho, texto com a Portaria MTE nº 1.259/2026, conferido em 08/11/2026. Os dispositivos de ancoragem seguem a ABNT NBR 16325-1:2024 (tipos A, B, D e E) e a ABNT NBR 16325-2:2024 (tipo C); são normas pagas da ABNT e esta página não reproduz o conteúdo delas.
Equipe própria vai até o prédio ou a indústria, passa por todos os pontos e registra cada um com foto.
Olhal, haste, chumbador e o concreto em volta: trinca, folga, corrosão, deformação e montagem errada.
Quando contratado, todos os pontos são tracionados com dinamômetro calibrado, não uma amostra. A carga do ensaio é definida pelo engenheiro, conforme a instrução do fabricante do dispositivo.
Cada ponto de ancoragem recebe lacre numerado, ligado à foto e ao resultado no laudo. Em linha de vida, a placa de identificação vai nos pontos de entrada.
Confere projeto, manual do fabricante e laudo anterior, e inspeciona a escada fixa e o acesso até os pontos.
Ponto que parece bom de longe pode estar com a base corroída ou o concreto solto. Cada achado vira uma recomendação clara no laudo.
Registros VHE de inspeções reais, sem identificação do cliente.
Telhado, plataforma, tanque e cobertura com manutenção em altura. Auditoria e fiscalização pedem o registro da inspeção.
Pontos na cobertura e na fachada usados para limpeza, pintura e manutenção. O síndico precisa mostrar que estão seguros.
Letreiro, ar-condicionado e calha em altura. Quem contrata o serviço quer ver o ponto liberado antes de subir.
Não precisa ter projeto em mãos para começar. Mande o que tiver; o resto a gente vê na visita.
Você manda as informações. A VHE define o escopo, o prazo e manda a proposta.
Inspeção de todos os pontos, ensaio quando contratado, fotos e lacre numerado em cada ponto.
Laudo com ART, por engenheiro e empresa registrados no CREA-SP, com o que precisa ser corrigido.
Mande a cidade e a quantidade de pontos. Respondemos com o orçamento da inspeção. Atendemos o Estado de São Paulo e o Sul de Minas.
Ou escreva para contato@vheengenharia.com.br.
Onde atendemos: Estado de São Paulo e Sul de Minas.
Veja também: Laudo de linha de vida · Guia do ponto de ancoragem · Laudos para condomínios · Todos os laudos da VHE